Contei que quase fui assaltada? Pensa... Imagina a cena...
Eu e minha prima, na frente do Mercado Municipal de São Paulo, sabadão a noite, quase 00:00h, ouvindo Chicleeeete. Obviamente dançando dentro do carro. E eu, burra, com o vidro aberto. No máximo. Minha prima pediu pra eu fechar umas duas vezes. nem dei bola. De repente, surge um ser (será que o mocinho era gatinho? rs) se jogando dentro do carro e enfiando a mão no meio das minhas pernas.
Não, não, não. Ele não queria me bulinar. Queria roubar o celular que estava no meu colo. Pois é. Comecei a falar "Sai, sai!" puxando a mão dele pra fora, enquanto com a força que adquiri nos internos da coxa (uhú), eu deixava os celulares (meu e da minha prima) seguros! Minha prima, numa sorrateira sacada (fala aí, tem que ter emoção!) jogou o carro pra faixa da esquerda (estávamos na faixa da meio) e começou a buzinar, desesperadamente! Eu, ao mesmo tempo, tentava fechar o vidro, mas o cinto travou e eu não conseguia alcançar a manivela! O farol abriu e conseguimos fugir.
Ufa, os celulares estão intactos. E eu praticamente fui bulinada!
E sim, depois dessa fechei o vidro e morri de calor dentro do carro. Meu celular é velho, mas tá pago. rs
Estava pensando em alguma coisa pra postar aqui e lembrei dos trechos de uma música, que no momento (momento mesmo, apenas nessa hora), cabem muito bem a mim:
"Agora não peça
Não me faça promessas"
e
"Mesmo querendo eu não vou me enganar
Eu conheço seus passos
Eu vejo os seus erros"